QP conversa com Jamie Robinson

Jamie

QP conversa com o diretor de vendas, Jamie Robinson

O que observou durante o período que antecedeu o final do primeiro trimestre de 2023 nos mercados locais?

O negócio continuou muito forte, considerando a época do ano. Normalmente, janeiro e fevereiro são meses mais calmos, mas conseguimos fechar ótimas vendas nesse período.

A procura é elevada, com algumas nacionalidades mais recentes a “descobrir” Portugal e, agora, especialmente o Algarve. Incluindo americanos e canadianos, que anteriormente se limitavam às grandes cidades do Porto e Lisboa.

Quais são os obstáculos para o negócio, se é que existem?

A principal ameaça para o negócio é que continuamos a observar uma falta de portfólio de qualidade para venda e estamos a ter dificuldade em listar imóveis suficientes para atender à demanda que estamos a observar.

Temos uma lista de clientes que desejam realizar os seus sonhos em relação à propriedade ideal, mas muitos deles, se não estiverem dispostos a esperar, acabam por fazer concessões apenas para garantir uma propriedade para uso imediato.

Qual é a sua previsão para os próximos meses?

Ainda não observamos sinais reais de desaceleração no que vimos até agora neste ano. No final de 2022, com uma inflação mais elevada e juros crescentes, assistimos a uma ligeira estabilização, com os compradores a aguardarem para estudar melhor os mercados antes de agir. Agora, com as recentes dificuldades bancárias e as vendas de ações associadas, esperamos voltar a assistir a esta situação. Mas, no geral, continuamos otimistas, com as nossas vendas recentes a baterem recordes de valor aqui na Quinta do Lago, não vemos ainda um fim para esta dinâmica.

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